Mau hálito – Causas e terapias

Mau hálito – Causas e terapias com Dr. Francisco Amaral O que causa o mau hálito? A halitose é uma maldição que tem atormentado a humanidade deste os tempos antigos. Mas o que a causa e por que ela é tão universalmente terrível? Mel Rosenberg (considerado uma das principais autoridades na Halitose mundial) delineia as origens do mau hálito, e o que você pode fazer quando ele o atingir. DÚVIDAS SE TEM MAU HÁLITO? Realize o exame de Cromatografia Computadorizada dos Gases Bucais para descobrir a origem do problema. Por meio deste exame é possível identificar os principais gases causadores da Halitose. Com o resultado deste exame você pode fazer um tratamento adequado. Quando o assunto é HALITOSE o tabu e o empirismo estendem-se aos profissionais da saúde. E isso acontece devido ao atraso da ciência no entendimento da produção dos gases nos seres humanos. Na halitose apesar de relatos de tentativas de tratamentos desde tempos remotos apenas na década de 90 foram desenvolvidos os primeiros aparelhos capazes de identificar os odores bucais. Podemos considerar esse período o divisor de águas no seu entendimento, no diagnóstico e tratamento do mau hálito. Hoje podemos afirmar que apenas casos raros e genéticos são de difíceis controles, e na sua quase totalidade a cura se faz com um diagnóstico preciso e um profissional habilitado. Na última década pesquisadores japoneses desenvolveram o primeiro cromatógrafo computadorizado para análise dos gases bucais que geram o mau hálito. Este aparelho analisa quantitativamente e qualitativamente os Compostos Sulfurados Voláteis (CSVs). Esses gases são os principais causadores dos odores do mau hálito e dependendo do tipo de gás diagnosticado é possível descobrir de onde vem o problema e orientar o tratamento para o local específico do corpo que esta gerando o determinado gás. O portador do mau hálito é o grande prejudicado por causa desse atraso da ciência, sendo que o mesmo ainda recorre aos balcões de farmácia para mascarar o problema, vive um constrangimento social e dificilmente encontra soluções nos consultórios odontológicos e médicos. Para o seu conhecimento: 1. O mau hálito é um problema extremamente comum, sendo que 40% da população sofrerá deste em alguma fase da vida. 2. Normalmente quem tem mau-hálito ou halitose, não percebe o cheiro desagradável. Isto porque quando o odor é constante, ocorre fadiga olfatória, isto é, o portador do problema não sabe se está naquele momento com mau cheiro na boca. Esta dúvida pode gerar constrangimento social com problemas psicológicos profundos. 3. O mau hálito nem sempre é uma doença, e sim um sintoma ocasionado por problemas bucais ou do organismo que irão ocasionar o mau cheiro na boca. 4. Aproximadamente 90% dos casos têm origem bucal, especialmente por problemas na gengiva, alterações periodontais e presença de saburra lingual. 5. O stress pode piorar a halitose pois acelera o metabolismo, que pode gerar hipoglicemia, fazendo com que as reservas de energia do organismo sejam consumidas mais rapidamente. O stress também pode provocar o mau hálito indiretamente, por propiciar uma diminuição na produção de saliva (hipossalivação) que contribui para o problema. 6. Os produtos bucais tipo enxaguatórios comuns vêm ganhando um grande espaço na tentativa de resolver o problema. É importante salientar que grande parte destes produtos bucais não funcionam contra a halitose e também podem agravar o problema, pois contém álcool em sua formulação, o que desidrata a mucosa da boca aumentando o mau hálito. 7. Apesar de haver uma descrença da população no tratamento da halitose, atualmente temos a possibilidade de diagnósticos precisos através de aparelhos que medem os gases bucais e auxiliam definitivamente no tratamento. 8. Mau hálito (halitose) é coisa séria e apenas um profissional habilitado pode resolver o ser problema de forma definitiva. Gastroenterologista e Endoscopista. Especialista no diagnóstico e tratamento da halitose. EXPERIÊNCIA – Gastroenterologista e Endoscopista / ProGastro Joinville / 2012 até o momento; – Gastroenterologista e Endoscopista / IGED / 1991-2012; – Emergência – Gastroenterologista e Endoscopista Digestiva/ Hospital Regional Hans Dieter Schmidt / 1986-2006; – Emergência – Intensivista, Clínico Geral e Gastroenterologista / Hospital Municipal São José/ 1996-2004; – Gastroenterologista e Endoscopista Digestiva/ Gastrocllínica IFS / 1986-1989; FORMAÇÃO ACADÊMICA – Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) / 1977 – 1983; – Hospital de Clínicas de Porto Alegre (UFRGS) / Residência Médica, Gastroenterologia / 1984 – 1985; RECONHECIMENTOS E PRÊMIOS – Especialista em Halitose Faculdade São Leopoldo Mandic 2006(CAMPINAS) – Título de Especialista em GASTROENTEROLOGIA concedido pela Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG); – Título de Especialista em ENDOSCOPIA DIGESTIVA concedido pela Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (SOBED).

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